# 17 coisas que achamos sexy e passam despercebidas.

1. A já consagrada barba por fazer (sim, porque amamos o roçar de vossas barbas em nossos pescoços, orelhas, entre as coxas e… tá, parei)

2. Blusa preta de botão com as mangas dobradas (sim, é altamente sexy, másculo e fica melhor ainda com um pouco, só um pouquinho do peito aparecendo)

3. Homens desastrados (sabe aquele seu jeito paspalho de derrubar as coisas?, então tem muita mulher que adora, só não force a amizade sendo um Mr. Bean, que daí já é falta de absurdo)

4. Calça jeans+camisa preta/branca/azul+tênis (porque homem é pra se vestir feito homem, sem muito adereço, e se botar um bonezinho fica  melhor)

5. Peito peludinho (sim, eu gosto, é sexy e é delicinha pra colocar a cabeça e ficar fazendo carinho) – Tony Ramos não se encaixa aqui –

6. Tocar violão

7. Cara/jeito de mau (cabeça raspada, tatuagens, marra, nariz empinado, cara de macho, claro sem exceder os limites se tornando um pé no saco)

8. Aquela pegadinha no cóccix. (com vossas mãos grandes)

9. A também consagrada cueca box, preta ou branca.

10. Atitude (aquele rapaz que chega já dizendo a que veio, sem enrolação e com interesse)

11. Ciúmes (porque é uma gracinha quando vocês ficam de birra!)

12. Aqueles pelinhos indicando o “caminho da alegria” (êta, nóis…)

13. Homem simples (sem metrossexualismo, viadagens, futilidades e padrões de beleza comuns)

14. Sabe aquela pegadinha na nuca? Pois é…

15. Cabelo bagunçado

16. Carinha de quem acabou de acordar

17. Um pouquinho, só um pouquinho da cueca aparecendo.

 

Meninas, caso tenham mais sugestões, mandem nos comentários e bora aumentar essa lista!

 

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#Feminismo: a linha tênue entre reinvidicação e o radicalismo.

O fato é que todo movimento social tem seu lado coerente, tem um embasamento teórico consistente, mas nem sempre bem interpretado. E um desses movimentos é o tal do Feminismo, que tem sido braço direito de mulheres que querem porque querem provar pra Deus e o mundo que não precisam de homem pra nada.

Pois bem, todo cidadão independente do seu sexo, classe, ou o que seja, merece ter seu valor reconhecido, o que não significa que ele reinvidique por isso do jeito mais correto.

Há uns dias, vi uma tal de ” Marcha das Vadias “, que me perdoem a burrice, mas até agora tento entender o estopim desta, porque mais parecia um flash mob organizado via Facebook e Twitter, um “oba oba” sem alvo certo. Se for pra pedir mais respeito da ala masculina, uma roupa curta não condiz com o que se pede. E a pergunta que não quer calar: Quantas das mocinhas presentes na tal marcha não já saiu por aí beijando e agarrando todos na balada? Coerência manda um grande abraço.

Outra movimentação que vi esses dias foi em relação ao direito de amamentar na rua. Pois bem, minha amiga, sou totalmente CONTRA. É feio, e sim parafraseio Marcelo Tas quando ele diz que é nojento, e não me venham meter os direitos do bebê nessa conversa porque não cola. Eu como MULHER, jamais me prestaria ao papel de colocar meu seio pra fora pra amamentar no meio de um monte de gente. Tem certas coisas que incomodam, e sempre incomodarão, e NINGUÉM tem a obrigação de não se incomodar com uma criatura com o seio exposto balançando ao seu lado no meio da rua, na parada do ônibus, onde seja.

Às vezes penso que o feminismo não passa de um grande oportunismo: já que a luta por DIREITOS IGUAIS é tão grande, por que as feministas não lutam pela obrigação de prestar serviço militar, hein?Alguém aí me responde? Não querem se igualar aos homens? Então se iguala em todos os aspectos, ué. O mais engraçado nisso tudo são os dois tipos de “feministas” que consegui identificar:

Tipo 1: A Feminista com Embasamento Teórico – essa geralmente encontramos nas universidades e possuem tendências socialistas, comunistas ou algum “ista” por aí, desconhecem uma das maiores invenções já boladas: o barbeador, com voz grossa e tentando ser iguais ao gênero que supostamente tanto detestam.

Tipo 2: A Feminista sem Nenhum Embasamento – sua filosofia provém de frases como ” quanto mais conheço os homens, mais gosto de cachorros ” e outras baboseiras assim. Geralmente são patricinhas que levaram um pé na bunda do namorado, e pra descontar saem pegando todo e achando o máximo quando encontram um cara bacana, pra pisar nele e se exibir pras amigas igualmente retardadas.

Olha, sinceramente, eu não preciso de nenhum tipo de movimento/passeatada/revolução de Twitter pra conquistar o respeito das pessoas. Há uma linha tênue entre reinvidicar e ser xiita. Dizer que não precisa de um homem pra nada é uma puta babaquice, só o fato de VOCÊ PRECISAR DE UM PAI PRA NASCER já coloca esse conceito imbecil por terra. Então, garotas, saibam discernir a reclamação da paspalhice, de ser uma mulher forte de ser apenas mais uma pseudo revoltada, parem de fazer tanto auê por um simples comentário de um jornalista, parem de colocar hashtags achando que vão mudar algo e principalmente: PAREM DE APOIAR MOVIMENTOS PROMOVIDOS NO INTUITO DE JUNTAR GENTE BESTA E DESOCUPADA. O país já tem problemas demais pra termos que nos preocupar com questões que cada uma pode resolver por si.

O eterno feminino nos eleva.

(Goethe)

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#Utilidade Pública: Rock Cordel – JUN/2011

Aí, criançadinha! Saiu a programação pra 2ª edição anual do Rock Cordel, que acontece no CCBN do Centro, às tardes e DE GRAÇA. Então se você já é adepto do evento, não perca! E você que ainda não foi, vale a pena, hein?

28/06/2011 – Terça-feira

13:30 – Scariotz
14:25 – Facada
15:20 – Dissídio
16:15 – Zeferina Bomba (PB)
17:30 – Carcará
18:25 – Oráculo
19:20 – Clamus

29/06/2011 – Quarta-feira

13:30 – Devil’s Drink
14:25 – Loveliness
15:20 – Butlerfly
16:15 – Dirty Vice
17:10 – Imperius
18:05 – The Knickers
19:00 – Hollywood Roses

30/06/2011 – Quinta-feira

13:30 – Mobília
14:25 – Eve’s Seduction
15:20 – Harpa
16:15 – Mother’s Milk
17:10 – Ever Night
18:05 – Coda
19:00 – Fets Domino Band

Parafraseando Babuê:  “ É peia! “

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O Retorno de Irma Vap

O Retorno de Irma Vap

 

 

­O Mistério de Irma Vap (The Mistery of Irma Vap), foi o texto mais popular da dramaturgia de Charles Ludlam e é o pilar deste  longa de Carla Camurati. Tanto a peça como o filme trazem Marco Nanini e Ney Latorraca como protagonistas, que se revezam em papéis femininos e masculinos, com atuações excelentes e hilárias. No teatro, a peça passou 11 anos em cartaz, registrada no Guiness Book como a peça de maior tempo em cartaz, mantendo o mesmo elenco.

Marcos Caruso vive Otávio Gomes, um dos produtores da montagem original que, junto com Luiz Alberto, o Lula (Leandro Hassum), filho de seu parceiro, pretende remontar a peça para o teatro. A maior dificuldade é conseguir falar com Tony Albuquerque, interpretado por Marco Nanini, um dos atores da primeira montagem, e que viveu Irmã Vap nos palcos. Ele é mantido enclausurado e dominado por sua irmã Cleide, professora rabugenta de piano,  também interpretada por Nanini.

Para solucionar a questão, Lula e Otávio convidam Darci Lopes (Ney Latorraca), outro ator da peça, agora, um artista esquecido e decadente para ser o diretor da volta de Irma Vap aos teatros, que será interpretada por atores jovens: Leonardo Aguiar (Thiago Fragoso) e Henrique D’Ávilla (Fernando Caruso). Já que Tony detém os direitos autorais da peça, é uma questão de honra que eles cheguem até ele, porém a irmã Cleide, em vez de permitir a aproximação, falsifica a assinatura do irmão e vende o direito de reproduzir o texto.

Dentro deste enredo, há atuações espetaculares e engraçadíssimas, com destaque para Nanini e Torraca, com personagens que remetem a um “ Para Wong Foo, Obrigada por Tudo “ de um modo mais ranzinza, porém não menos divertido.  Recomiendo!

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#Strange Kind of Woman

Eu não ligo se meu cabelo tá feio. Eu não ligo se ele não é lisinho. Eu não tô nem aí pra última moda, na verdade, ela é muito ridícula. Eu não tenho saco pra vida dos famosos. Eu odeio conversa de mulherzinha. Eu não tenho paciência pra saltitar de loja em loja. Eu odeio experimentar roupas. Gosto mais de ação e terror do que de romance. Eu jogo RPG. Eu gosto de futebol. E tomo cerveja. Se me der a louca, me jogo no circle pit de um show de rock. Eu não surto quando nasce uma espinha na minha cara. Eu não vivo de aparência. Meu consumismo é pra livros e filmes. Eu não acho o Brad Pitt bonito, muito menos o Tom Cruise. Eu não assisto uma série só pelo ator gostosão. Eu prefiro ficar em casa em boa companhia jogando vídeo game ou vendo filme a sair por aí andando em shopping. Eu odeio Gossip Girl. Eu ando descalça e sento no chão. Eu leio quadrinhos e nem é por causa da Mulher Maravilha. Acho absurdo morrer por um sapato. Não tô nem aí praquela balada onde só vai gente bonita. Não sou uma boneca. Não sou uma mulherzinha. Odeio micareta. Não consigo me encaixar em algum grupo. Eu não sigo tendências. Tento viver em décadas que não vivi. Não vou ao cinema por status. Não ouço a música do momento. Não sei nem que diabos são essas cantoras atuais, pra mim todas têm a mesma voz. Eu fujo de rodas de conversas de meninas. Eu não sei escovar meu cabelo,e não tô nem aí pra isso. Eu gosto de andar no Centro. Eu gosto de sebos. Eu gosto de conversa na mesa do bar com os amigos. Eu saio fazendo careta nas fotos. Eu falo –muito– palavrão. Eu não gosto de usar salto alto. Eu não sou elegante. Não tem que me faça entrar em um salão pra passar horas a fio. Eu xingo nos jogos. Na verdade, eu xingo a toda hora. Eu não tenho paciência pra fazer comprinha com as amigas. Eu não fico de conversinha, de mimimi sobre o ator de tal novela, eu não dou a mínima pra novela. Eu odeio as mocinhas sonsas dos filmes. Eu odeio coisas cor de rosa demais. Eu nunca quis ser bailarina/apresentadora/modelo. Eu odeio sapinhos, gatinhos. Eu tô começando a pegar nojinho de xadrez. Eu não sou gostosa. Eu não sou loira. Não faço parte do time e nunca farei. Eu sou branquela e não tenho o corpo perfeito. Às vezes falo alto demais. Eu implico com as pessoas. Eu odeio filmes água com açúcar. Pra mim vampiro bebe sangue, não sai no escuro e lobos não são depilados e sarados. Eu sou impaciente. Eu choro de raiva. Eu bato cabeça ouvindo uma música que amo. Eu odeio bandas com vocais femininos, salvo algumas exceções. Eu detesto que puxem conversa comigo no ônibus. Eu durmo no cinema. Eu tenho medo de lugares lotados. Eu bato de frente quando alguém me desagrada. Eu não consigo levar desaforo nem de gente a quem devo respeito. Eu não tenho medo de barata. Eu gosto de cachorros de rua. Eu sou simples, e tenho pena de quem não me aceita.

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