#Feminismo: a linha tênue entre reinvidicação e o radicalismo.

O fato é que todo movimento social tem seu lado coerente, tem um embasamento teórico consistente, mas nem sempre bem interpretado. E um desses movimentos é o tal do Feminismo, que tem sido braço direito de mulheres que querem porque querem provar pra Deus e o mundo que não precisam de homem pra nada.

Pois bem, todo cidadão independente do seu sexo, classe, ou o que seja, merece ter seu valor reconhecido, o que não significa que ele reinvidique por isso do jeito mais correto.

Há uns dias, vi uma tal de ” Marcha das Vadias “, que me perdoem a burrice, mas até agora tento entender o estopim desta, porque mais parecia um flash mob organizado via Facebook e Twitter, um “oba oba” sem alvo certo. Se for pra pedir mais respeito da ala masculina, uma roupa curta não condiz com o que se pede. E a pergunta que não quer calar: Quantas das mocinhas presentes na tal marcha não já saiu por aí beijando e agarrando todos na balada? Coerência manda um grande abraço.

Outra movimentação que vi esses dias foi em relação ao direito de amamentar na rua. Pois bem, minha amiga, sou totalmente CONTRA. É feio, e sim parafraseio Marcelo Tas quando ele diz que é nojento, e não me venham meter os direitos do bebê nessa conversa porque não cola. Eu como MULHER, jamais me prestaria ao papel de colocar meu seio pra fora pra amamentar no meio de um monte de gente. Tem certas coisas que incomodam, e sempre incomodarão, e NINGUÉM tem a obrigação de não se incomodar com uma criatura com o seio exposto balançando ao seu lado no meio da rua, na parada do ônibus, onde seja.

Às vezes penso que o feminismo não passa de um grande oportunismo: já que a luta por DIREITOS IGUAIS é tão grande, por que as feministas não lutam pela obrigação de prestar serviço militar, hein?Alguém aí me responde? Não querem se igualar aos homens? Então se iguala em todos os aspectos, ué. O mais engraçado nisso tudo são os dois tipos de “feministas” que consegui identificar:

Tipo 1: A Feminista com Embasamento Teórico – essa geralmente encontramos nas universidades e possuem tendências socialistas, comunistas ou algum “ista” por aí, desconhecem uma das maiores invenções já boladas: o barbeador, com voz grossa e tentando ser iguais ao gênero que supostamente tanto detestam.

Tipo 2: A Feminista sem Nenhum Embasamento – sua filosofia provém de frases como ” quanto mais conheço os homens, mais gosto de cachorros ” e outras baboseiras assim. Geralmente são patricinhas que levaram um pé na bunda do namorado, e pra descontar saem pegando todo e achando o máximo quando encontram um cara bacana, pra pisar nele e se exibir pras amigas igualmente retardadas.

Olha, sinceramente, eu não preciso de nenhum tipo de movimento/passeatada/revolução de Twitter pra conquistar o respeito das pessoas. Há uma linha tênue entre reinvidicar e ser xiita. Dizer que não precisa de um homem pra nada é uma puta babaquice, só o fato de VOCÊ PRECISAR DE UM PAI PRA NASCER já coloca esse conceito imbecil por terra. Então, garotas, saibam discernir a reclamação da paspalhice, de ser uma mulher forte de ser apenas mais uma pseudo revoltada, parem de fazer tanto auê por um simples comentário de um jornalista, parem de colocar hashtags achando que vão mudar algo e principalmente: PAREM DE APOIAR MOVIMENTOS PROMOVIDOS NO INTUITO DE JUNTAR GENTE BESTA E DESOCUPADA. O país já tem problemas demais pra termos que nos preocupar com questões que cada uma pode resolver por si.

O eterno feminino nos eleva.

(Goethe)

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1 comentário

Arquivado em Surtos de Idiotice, Uncategorized

Uma resposta para “#Feminismo: a linha tênue entre reinvidicação e o radicalismo.

  1. O grande problema do feminismo é o mesmo grande problema de qualquer ideologia: os fanáticos que acham que a sua causa é a única que merece atenção, a mais importante de todas, ou a ÚNICA importante de todas. Não vou dizer que mulheres precisam de homens e que homens precisam de mulheres, acho que PESSOAS precisam de PESSOAS. Fim. Honestly? Eu não gostaria de viver num mundo só de mulheres. Sempre tive mais amigos homens do que mulheres.
    Quanto ao lance da amamentação, acho complicado, não vou dizer que acho bonito, mas também não acho um insulto à minha pessoa uma mulher amamentando seu filho do meu lado. Me esforço pra ignorar. Do mesmo jeito que é incomum ver duas pessoas do mesmo sexo se beijando, então talvez bata uma estranheza, mas não tem nada de realmente “estranho” naquilo.
    Eu não me sentiria à vontade exibindo minha teta por aí, mas se você sente fome na rua, você come na rua, se seu filho sentir fome na rua, por que negar alimento à ele? Evitar, tudo bem, mas privar o bichinho de se alimentar me parece cruel. Sei lá.
    E de repente todo mundo virou ativista de twitter. Eu faço minha parte, colaboro em algumas coisas e fiquei feliz quando esse ativismo de sofá conseguiu tirar a coleção de peles da Arezzo das lojas. Às vezes funciona. O negócio é se iludir achando que vai mudar o mundo assim, esse é apenas um passo, talvez o menor deles…

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